Resposta rápida: O TSE divulga a totalização pelo Portal Resultados, pelo aplicativo oficial e por arquivos públicos estruturados, incluindo JSON. Os arquivos são atualizados durante a apuração e podem ser consumidos por veículos sem cadastro ou convênio prévio, conforme a documentação técnica de 2026.
A publicação separa a fonte oficial da camada de apresentação. O Tribunal oferece canais prontos ao eleitor e uma estrutura técnica que permite a terceiros criar experiências próprias sem alterar o resultado.
Quais são os canais para o público?
O Portal Resultados organiza a consulta na web, e o aplicativo Resultados atende dispositivos móveis. Eles permitem alternar localidades e cargos e acompanham o avanço da totalização a partir das 17h de Brasília.
O que são os arquivos de divulgação?
São documentos digitais estruturados com dados de abrangência nacional, estadual, municipal e por candidatura, conforme o tipo. A documentação informa nomes de arquivos, campos, códigos de situação e endereços de consulta.
JSON facilita o processamento automático por redações e empresas de tecnologia. O uso deve seguir a especificação publicada para 2026, sem presumir que o formato de outra eleição permaneceu idêntico.
É preciso pedir autorização?
A página técnica do TSE informa que os arquivos de resultados ficam disponíveis para acesso público, sem necessidade de registro ou convênio. Isso não autoriza um veículo a apresentar sua página como oficial: atribuição da fonte e identidade clara continuam essenciais.
Como funcionam as atualizações?
Novas versões são disponibilizadas conforme boletins são recebidos e processados. Sistemas consumidores consultam periodicamente a origem, validam o conteúdo e atualizam seus caches. Consultar rápido demais pode gerar carga desnecessária sem produzir dado novo.
O que consta da preparação de 2026?
O TSE publicou documentação técnica e janelas de teste de divulgação em setembro, permitindo que veículos validem seus consumidores antes da eleição. Testes devem verificar parser, códigos, estados sem dados, segundo turno e comportamento diante de indisponibilidade.
Como manter integridade editorial?
- não altere totais ou status recebidos;
- mostre fonte e horário de atualização;
- diferencie cálculo oficial de análise própria;
- guarde logs e versão do arquivo;
- tenha link direto para o TSE como contingência.
Para o caminho anterior à publicação, veja como os votos chegam à totalização.
Perguntas frequentes
Os arquivos do TSE são uma API?
Eles funcionam como arquivos públicos estruturados para consumo. A integração deve seguir a documentação, sem presumir características de uma API transacional.
É preciso convênio para um portal usar os resultados?
A documentação técnica de 2026 informa acesso público aos arquivos, sem registro ou convênio.
O veículo pode calcular um vencedor por conta própria?
Pode produzir análises, mas deve distingui-las claramente do status e da totalização oficiais publicados pela Justiça Eleitoral.
Fontes oficiais
Conteúdo informativo, apartidário e verificado pela equipe ApuraData em 11 de setembro de 2026. Em caso de divergência ou atualização posterior, prevalecem a legislação e os canais oficiais da Justiça Eleitoral.